Issamu

Um simples blog de Maringá

December 18, 2008
Sergio
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Restaurante que me pega

Nunca comentei isso no blog, mas eu adoro comer.

ComidaQualquer coisa que apareça na minha frente, e que seja comestível, eu traço. Se for gostoso, melhor ainda. Não ligo muito para aparência, aspecto, cor, nada disso. Claro que algumas coisas me atraem mais do que outras, mas não deixo de comer as outras só porque não tem um gosto muito, digamos, agradável. Como aquela dupla que as pessoas detestam, giló e quiabo. Quando não é um, é outro. Têm também os que detestam berinjela.

Felizmente, pra mim e para meu corpinho, esse trio desce numa boa.

Histórias de restaurantes que encantam os clientes pelo paladar, são as minhas preferidas no mundo dos negócios. Não que isso seja exatamente necessário, mas um ambiente agradável ajuda bastante. Contudo, o que é essencial para o sucesso de um restaurante é sem dúvida o serviço de cozinha. A cozinha funcionando, tudo o resto se torna supérfluo. Até mesmo a demora no preparo, que nos parece interminável quando estamos com fome, se torna aceitável.

Tá, não é para tanto.

É possível perceber a diferença entre uma comida feita com carinho, daquela onde entra um indesejado ingrediente nojento no seu preparo, feito por cozinheiros insatisfeitos com alguma coisa. O cliente é quem paga o pato, quer dizer, a conta.

Se tivesse tempo hábil e dinheiro para isso, abriria um blog só para falar de peripécias gastronômicas pelo mundo dos restaurantes mundo afora. Mas voltando ao meuuuu mundinho, pelo menos posso indicar aquilo que consigo frequentar por aqui. E olha só, indico aquilo que faz o ‘meu tipo’.

Gosto de comida quando é bem temperada, mas sem deixar que o sabor natural do alimento se perca durante seu preparo. Para isso, é indispensável que se utilize sal na medida certa.

[pausa] Você sabia que as pessoas se acostumam com o sal? Muitas vezes a comida está se afogando em salmoura, e mesmo assim, para alguns, parece que está sem sal. Quanto mais você utiliza a branquinha, mais sente falta. Por isso, muita atenção nessa hora.[fim da pausa]

Outro item que me atrai é variedade, a possibilidade de comer um pouco de tudo. Nada de restaurantes com pratos prontos, que deixam a nossa refeição muito limitada. Poder escolher o que se quer comer é bom, me satisfaz, e não tenho que quebrar a cabeça olhando todos os itens do cardápio.

A variedade de opções no restaurante Calçadão aqui em Maringá me agrada nesse quesito. Restaurante no estilo self-service por quilo, bem no estilo bandejão, você corre o risco de, assim como eu, extrapolar e colocar no prato muito além daquilo que consegue comer. Não coma com os olhos! Localizado no coração da cidade, próximo a prefeitura, o preço não é dos melhores. No entanto, se você busca uma boa comida (nem tente pensar besteira), esse é o lugar. Destaque para algumas comidas japonesas como sushi (de manga e goiabada com queijo). Costumo frequentar o restaurante aos sábados, dia em que tem feijoada. Abre todos os dias, mas só para o almoço.

Essa é apenas uma dica. Em outros posts, trarei outras opções.

Por falar em comida:

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November 16, 2008
Sergio
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Posts para o futuro

Sei que tem muita gente que lê esse blog somente nos finais de semana!

Vou então adiantar o assunto de alguns posts que serão escritos durante a semana. Se quiser deixar sua contribuição relacionada a estes temas, fique a vontade.

Nessa semana duas notícias locais me chamaram a atenção: média salarial em Maringá abaixo da nacional, e proposta do DCE da UEM em utilizar a Vila Olímpica para reunião da galera que fará o vestibular.

Por enquanto, sem comentários meus.

Para terça-feira, estou ‘pesquisando’ bons vídeos para postar no ‘terça do vídeo’.

Vou falar sobre Yui, uma cantora de j-music. Adianto um vídeo dela, lembrando os velhos tempos em que cantava nas ruas de sua cidade natal.

Que tal falar um pouco de futebol?

Já comentei várias vezes sobre a falta de emoção em um campeonato baseado nos pontos corridos. Falaremos sobre o campeonato deste ano.

TV pela internet, que tal?

Acho que só me comprometendo eu conseguirei escrever o que quero. Espero você.

Por falar em futuro:

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October 27, 2008
Sergio
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Issamu, ganhando grana com o blog

Grana. Você sabia que é possível ganhar dinheiro com blog?

Como afirmei no meu último post sobre a saga do Issamu’s blog, trabalhei durante o meu primeiro ano sem anúncios. Ou seja, sem retorno nenhum além dos parceiros que conheci. Para alguns isso já seria suficiente. Mas eu percebi que poderia ganhar muito mais que apenas amigos.

Todo blogueiro que quer ganhar dinheiro com blog, começa com adsense.

Pelo menos eu penso que ele seja o pai dos anúncios na internet. No início pensei que seria um bicho de 7 cabeças implementar anúncios no blog. Não só implementar como receber dinheiro de uma instituição internacional.

E realmente é!

São regras que nós não estamos acostumados a ver no nosso cotidiano. A configuração e colocação dos anúncios demanda um certo tempo e um pouco de paciência. Se paciência é o seu fraco, então sinto ter que dizer, mas desista. Você precisará de muita paciência.

E trabalho duro.

No começo os valores são tão irrisórios, centavos de dólares, que chega a desanimar. Nos primeiros 8 meses de anúncios foi assim. Tive por vários momentos vontade de desistir, pensando que seria muito trabalhoso manter o negócio por poucos centavos.

Eis que de repente eu vi o valor do ganho diário ultrapassar a barreira do 1 dólar.

E sabe como isso aconteceu?

O grande culpado para que o blog desse esse salto, não somente nos valores arrecadados, mas também no número de visitantes, foi uma indicação no blog meiobit sobre um post meu de como colocar áudio nos recados do orkut.

Até hoje é um dos mais acessados e o que me dá mais retorno financeiro.

O google antigamente pagava através de contra-cheque. O recebimento era em casa. Isso até as instituições bancárias descobrirem. Agora só é possível receber através de conta em banco. O Brasil é um dos únicos países a exigir essa burocracia. Preciso explicar a razão?

Passei por vários bancos e em todos me disseram que era preciso abrir uma conta corrente, ou seja, era preciso pagar uma taxa de manutenção para receber o dinheiro do ‘todo poderoso’. Isso eu não queria.

Quem lê o blog, sabe que tenho aversão por instituição bancária, um povo que ganha dinheiro para guardar, e emprestar o nosso dinheiro. E depois ainda recebe do governo para não quebrar, como acontece nas crises financeiras.

Resolvi conversar com uma gerência conhecida.

Foi então que descobri que era possível receber em uma conta poupança. Poupança não tem taxa de manutenção. Queria mandar um beijo para o inventor da caderneta. Recebo normalmente, e não preciso assinar nada para converter os dólares.

Basta assinar uma procuração e tudo pode ser feito por telefone! Claro que isso depende da sua confiança na gerência. Então meu amigo, se alguém te disser que só é possível receber através de conta corrente, não acredite.

Só faltava um detalhe, “código swift e banco intermediário?!!”

Demorei um pouco para descobrir essas informações. Nem mesmo o pessoal do banco sabia da existência desses procedimentos. Foi graças a ajuda de terceiros que consegui obter esses detalhes.

Recebi, e foi na hora em que eu mais precisava.

Gostei tanto da idéia, que recebo também do hotwords. E só não recebo ainda do submarino pois com esse não tem conversa, eles não abrem mão de depositar em conta corrente. Até o google me paga na poupança, o que o submarino tem de especial?

Até links eu parei de colocar. Quem sabe algum dia eu decida abrir uma conta.

Recebendo o meu troco, desde então a pergunta a ser respondida é ‘e agora?’.

Continua…

Por falar em blog:

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October 3, 2008
Sergio
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Carta ao nosso amor

Já experimentou escrever uma carta para quem você ama? Eu faço isso algumas vezes. E meu ritual é simples, coloco uma música bem romântica de fundo e começo…

————

Oi meu amor, como você está?

Espero que feliz. Já vi incontáveis vezes você chorando, e em algumas delas te fiz chorar, e a lembraça desses momentos me deixa perdido, com muita vontade de saber como você está. 

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October 1, 2008
Sergio
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Issamu, a descoberta dos blogs

Sabe o que é melhor na conexão discada?

É lembrar dela depois que você utiliza conexão rápida. Ainda bem que nós sabemos como a lenta funciona, quem sabe algum dia eu ainda precise dela. Espero que não. A conexão rápida entrou na minha life no final de 2005. Começou com 156 kb. Fiquei um bom tempo com essa velocidade e hoje utilizo 1MB.

Mas isso não interessa.

O que interessa é que quando adotei a internet rápida, descobri o mundo dos blogs. Pensava que eu poderia aprender algo com a internet. E comecei a pesquisar sobre as possibilidades. Planejei abrir um site por curiosidade. Tentei Flash, Dreamweaver, Fireworks. Até cheguei a desenhar alguma coisa. Passava muito tempo navegando atrás de tutoriais.Lupa

E onde estão os melhores tutoriais?

Nos blogs. Pelo menos as melhores indicações nós encontramos nos blogs. No início não sabia o que era um blog. Pensava que fôsse como o fotolog, que era muito utilizado na época. Os brasileiros adoram ler imagens. Ler textos continua sendo o fraco desse povo.

Esse tema inclusive me fez entender qual era o intuito do blog.

O blog Meio Bit foi a inspiração. Lia e comentava nos blogs dos seus membros. A galera na época organizava bate-papo no mIRC, com data e hora marcada. Cheguei a participar de algumas dessas conversas. Mais como espectador do que participante. Na época, como conexão rápida não era tão disseminada, eram poucos os participantes.

Enfim, foi através desse blog que conheci a plataforma blog.com. No final de janeiro de 2006 escrevi meu primeiro post. Com adsl era possível baixar os episódios de Lost e o primeiro post foi sobre a série.

Começar é fácil, difícil é manter um blog.

Repito isso todos os dias. Foram 3 meses sem saber se alguém lia meu blog.

Continua…

Por falar em blogs:

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September 30, 2008
Sergio
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Terça do vídeo: Where are you now? by Jimmy Harnen and Synch

Existem coisas que só a internet nos proporciona. Uma delas é reencontrar pessoas que passaram pelas nossas vidas quando éramos criança, e nunca mais encontramos. Difícil é reconhecer a pessoa depois de tanto tempo.

A internet também nos faz recordar as coisas do passado, brinquedos, brincadeiras, mas principalmente, músicas. Existem músicas que marcaram, e marcam, épocas de nossa vida, e que através da internet podemos ouvir quantas vezes quisermos. A 20 anos, isso só era possível através do rádio.

Vai me confessar agora que tu gostava de New Kids on The Block?

Existe uma love song que me marcou muito quando era criança. Nunca mais tinha escutado. Adorava ela desde a primeira vez que a ouvi na rádio Folha FM de Londrina.

Já havia procurado na internet em outras ocasiões.

Infelizmente, eu sabia o nome da música, mas a informação sobre o intérprete era errada. Sempre pensei, não sei explicar o motivo, que ela fosse de Michael McDonald. Mas no vasto repertório dele não existe nenhuma música com o título.

Ontem resolvi que iria escutar novamente e não importava como conseguiria, mas não desistiria enquanto não conseguisse meu intento. Olhei novamente na discografia do Michael, vai que tinha deixado passar alguma coisa. No entanto, foi em vão. Nada lá.

Resolvi então procurar pela letra. E finalmente a encontrei.

O vídeo a seguir é da música em questão e mostra a letra que é sem dúvida muito bonita. Com vocês Jimmy Harnen & Synch,

Where are you naaaaauuuuuu?

O tempo passa. Bem anos 80. Aqui você poderá ver uma reportagem de abril de 1989 a respeito da música (em inglês).

Talvez seja hora de procurar pelas mocinhas da minha infância.

Por falar em infância:

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September 29, 2008
Sergio
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Issamu, o início

Começando a semana, como terminamos a última, sem nada para escrever.

Resolvi relembrar um pouco da minha aventura pelo mundo dos blogs. Desde que a internet se popularizou em meados de 1995, ainda no Japão, tinha curiosidade pelo que essa tecnologia era capaz de proporcionar.

Lembro que fiz um curso sobre internet. Hoje isso é muito raro, mas na época era impressionante ver a página do UOL se abrindo na tela de um computador na distante cidade de Yokohama.

E como era primitiva a página do portal.

Lembro que quando retornei, comprei uma revista e assinei 1 ano de internet com o UOL. Instalei o discador do UOL. Depois vieram o iG, o Super11 e o POP. Internet grátis. Mas discada. Tinha que utilizar com moderação para não ocupar a linha telefônica. Caía. Era lento. No máximo um chat no miRC/iRC.

continua…

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September 2, 2008
Sergio
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Terça do vídeo: na onda do retrô, clipe no estilo 8-bit

Quando eu era criança, adorava passar em bares para ver o pessoal jogar o vídeo game Kung Fu Master. Sacumé né, cidade do interior tinha muito boteco com esse tipo de vídeo game. Isso já faz algum tempo. Um bom tempo.

Kung Fu Master

Eu somente assistia a galera jogando, pois não tinha dinheiro para jogar e era muito ruim jogando, dava até vergonha de mim. Mas tinha uma galera viciada que era fera e eu passava “uns par” de horas vendo eles mexendo, rodando o joystick e apertando, batendo nos botões.

Que emoção!!!

Lendo o blog TokyoMango, descobri esse vídeo feito no estilo 8-bit que me fez lembrar dessa época. É o vídeo clipe da música “Yosawya-san” do grupo japonês de música eletropop Omodaka. A música, bem no estilo dos games de 8-bits, também é um barato.

Yosawya Ganbarou!!!

Por falar em 8-bit:

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July 31, 2008
Sergio
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Vida de blogueiro: pensamentos que vem e vão

PensandoAs idéias aparecem do nada, e se ligam a outras que acabam transformando a idéia inicial em um belo post.

Assim é a vida de blogueiro, procurar idéias para escrever.

E sinceramente é algo viciante. Fico o tempo inteiro pensando ‘taí, isso daria um belo post!’. Quase sempre aquilo fica apenas no pensamento. Tento me controlar para que seja tratado como um cara normal e que minha saúde mental não seja colocada em ‘cheque’.

Se você é um blogueiro do tipo que larga tudo o que está fazendo, sai correndo desesperadamente atrás de um computador ligado a internet para escrever um post, CUIDADO!

Tem gente fazendo isso!

Pior, tem gente que passa o dia inteiro na frente do computador. Não desliga a caixa nem para comer.

Quando o blogueiro decide escrever sobre algo, a tarefa é ilustrar seus pensamentos, transformando-os em parágrafos e, as vezes, imagens. Escrevendo, o cérebro trabalha freneticamente para encontrar os fios que vão ligar os pensamentos. Selecionar aquelas idéias que agradarão os leitores, é a função do blogueiro nesse estágio de criação.

Difícil!

Invariavelmente conseguimos transformar uma boa idéia em uma leitura tediosa, daquelas em que as pessoas soltam um, ‘encheu linguiça’. Com o passar do tempo, o blogueiro fica mais seletivo e começa a achar que nada irá agradar ao leitor.

Isso se torna um problema!

Ficamos muito felizes quando conseguimos nos superar e criar algo que agrade até o mais mal humorado dos leitores humano. Não gostar de ler é um problema sério do brasileiro.

Post escrito, é hora de finalizar.

Seria simples se como em um filme, pudéssemos apenas inserir um The End!

Não é bem assim!

O Grand Finale precisa instigar o leitor a pensar, concordar ou discordar e, se houver comentários, é sinal de que seu post foi bem aproveitado. 

Caso contrário, volte ao primeiro estágio e continue pensando! 

E dessa vez, só dessa vez, como não consigo pensar em algo para finalizar o post, farei isso:

The End!

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July 16, 2008
Sergio
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Problemas com Turbonet Mega Flex da GVT

Apenas um recado para a empresa de telefonia GVT, e direi isso apenas uma vez: se não conseguem dar suporte, então não ofereçam o serviço. Como afirmei na segunda-feira, contarei agora minha saga com relação ao problema de conexão com a internet.



E que saga!



No final de junho, precisamente no dia 27, entrei no site da GVT e resolvi aproveitar uma promoção para aumentar minha conexão de, até então 1MB, para o plano Mega Flex 1/3. Nesse plano eles oferecem 1MB de velocidade durante o dia (das 8:00 às 20:00), e 3MB a noite (das 20:00 até 8:00) e nos finais de semana (sábado e domingo).



Excelente!



Esperei, esperei, esperei. Eles afirmam 3 dias para que o plano seja mudado. Mas eu esperei, esperei, esperei. Pouco me importa se são 3 dias úteis, finalmente na sexta-feira dia 4 (independência… dos EUA), exatamente 1 semana depois, ocorreu a mudança.



Fiquei muito empolgado! Vi TV pela internet até não querer mais. Continuei querendo.



Mas a empolgação durou pouco. Na terça-feira, dia 8, minha conexão foi pras cucuias na hora do almoço. Fiquei sem conexão e imaginei que a noite ela retornaria normalmente. A noite… ‘neca’. Liguei para o suporte e, primeira decepção, eles não prestam assistência para usuários LINUX.



É por coisas assim que não conseguimos a tão sonhada liberdade.



Tudo bem, lá vou eu para o bom e velho Windows em japonês, idioma original do meu pc. Acontece que o sistema ruindows, e o apelido não é por acaso, não reconhece meu modem Siemens SpeedStream 4200.

Álias, não reconhecia, vai vendo.



Tive então que testar meu pc e o modem em outra casa. Levei os dois, fiz o teste do modem com o computador dessa casa. Depois fiz o teste do meu computador com o modem dessa casa.

Nos dois testes, tudo funcionou perfeitamente.



Retornei a noite para minha casa levando o modem do outro pc, um SpeedTouch 510 V6 devidamente desbloqueado do UOL. Liguei novamente para o suporte, e novamente não consegui pois o modem pedia uma senha que eu não me lembrava, e não queria dar o reset pois tive trabalho para desbloqueá-lo.



Minha segunda decepção foi constatar que apesar de testar o pc e ter outro modem que funcionava perfeitamente em outra casa, tive que continuar sem a conexão. Afirmei isso para a pessoa do suporte inclusive, mas seria o mesmo que dizer para um especialista que o problema não é o que ele imagina.



{pausa para reflexão}O leitor deve se questionar o motivo de eu escrever isso tudo, e eu respondo afirmando que não quero que isso aconteça com ninguém, serve como alerta.{fim da pausa}



Resolvi esperar o final de semana para tentar com outro pc emprestado.



Busquei informações na internet de terceiros, baixei drivers, firmware, tutorial, tudo que encontrei e levei no pen-drive para casa.



No domingo pela manhã, finalmente consegui acessar o modem através do navegador. Prontamente liguei para o suporte e fiquei uns 20 minutos, ele me dizendo o que eu deveria fazer e eu, como se já não soubesse, fazendo tudo o que me pedia.



Não conectou!!! Alguma novidade nisso?



Finalmente o rapaz do suporte me disse que enviaria um técnico para verificar o problema. Ufa!



Estou esperando até agora.



Acontece que no domingo a noite a conexão se estabeleceu. Aaaaleluiaaaa! Mas peraí, minha terceira decepção foi verificar que em pleno domingo a noite, a minha conexão não era a de 3MB do plano Flex e sim o velho 1MB.



No dia seguinte a noite, no horário em que deveria ser 3MB, continuou com 1MB.



Na terça-feira (ontem) me ligaram oferecendo, pasmem, o plano Mega Flex 1/3. Esperei ele me dizer tudo sobre o plano e questionei (por ironia, coitado) se não teria problemas com a conexão. Só então expliquei tudo o que havia acontecido. Para minha surpresa, ele me disse que havia um período de teste do plano e que passado esse tempo, a conexão voltaria para a antiga.



Pois é, não informam isso no site.



Ele me disse que o plano cadastrado era de 1MB.



Resolvi verificar no site e lá estava como sendo Mega Flex. Liguei novamente para o suporte, e pedi para verificar qual era o plano. Ela me afirmou que era mesmo o Mega Flex 1/3.



Surpreso, pedi então para que retornasse para 1MB. Eu poderia muito bem dizer que gostaria de continuar com o Flex, desde que alguém verificasse o problema de só conectar a velocidade de 1MB.

Ou será que eles acham que somos tão burros que não conseguimos medir a velocidade de conexão?!!

Velocidade de Conexão

Preferi não me arriscar a ter o mesmo problema. Além disso, minha conexão é apenas a metade da contratada.



A minha quarta decepção foi quando a atendente me disse que a cobrança do Mega Flex viria proporcional até aquela data.



Foi pra acabar.

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