Tive um insight ontem andando pelas ruas, observando aquilo que Deus criou de mais belo no mundo, as mulheres. Gostaria de expor uma opinião que provavelmente seja apenas um fetiche. Quem sabe seja somente algo que muitas vezes passa despercebido pelos homens, pois todos sabem que mulher se arruma para impressionar e provocar outras mulheres e não os homens.
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| E você, prefere qual? |
Reparei que tenho mais atração por chinelinhos de dedo, chamados também de rasteirinha. Percebi que as enormes plataformas me causam náuseas. Talvez mais por incômodo de vê-las se equilibrando em algo que as deixa 10, 12 centímetro acima do nível do solo. Sobre isso eu já falei aqui.
Nada contra quem usa.
O fato é que a capacidade que o chinelinho tem de me chamar a atenção, fica evidente quando encontro alguma na rua. E as baixinhas que me desculpem, mas ao utilizar uma plataforma fica difícil definir o que é maior, o salto ou o corpo. Além disso, acho muito feio as que andam arrastando aquele “monstrinho”.
As rasteirinhas passam um ar de “tô podendo” e demonstram confiança em não precisar de artifícios para serem o que não são. Baixinha ou alta. Álias, as que menos procuram chamar a atenção, são as que mais chamam a minha atenção.
Mas enfim. Se é as mulheres que elas querem impressionar, quem sou eu?
Mudando levemente de assunto, o relacionamento entre as pessoas está tão, nem sei qual palavra usar, “artificial”, que se você cruzar com uma pessoa do sexo oposto (ou do mesmo sexo se for o caso), e cumprimentá-la com um sorriso, é capaz de ela achar que você “deu mole”, que está a fim de algo mais. E ainda. A retribuição do sorriso e cumprimento, podem levar a outra pessoa a pensar o mesmo.
Agora tente imaginar o oposto. Você vive cruzando com a pessoa, seja no caminho para a faculdade, trabalho ou algo que vocês façam em comum. Mesmo que exista o fato de que ela(e) possa ter namorado(a), você imagina que um simples cumprimento seria incapaz de tirar pedaço. Sendo assim, te ignorar significaria que essa pessoa “se acha o último pacotinho do biscoito”. Principalmente se virar a cara para o outro lado.
Vai me dizer que não é bem assim?
E onde foram parar as amizades sinceras, por afinidade? Parece que nos relacionamos por interesse em algo. Mas sobre isso deixarei para falar em outro post.
Por falar em relacionamento:












