O vídeo a seguir é longo, tem 11 minutos, mas vale cada segundo.
Durante o filme uma mistura de sentimentos vão se alternando. Pelo menos foi isso o que ocorreu comigo. Ao contrário do que pode parecer no início, é uma comédia romântica. Criado por Publicis Mojo and @RadicalMedia e dirigido por Patrick Hughes, tem no elenco Nick Russel e Kestie Morsaaí. Não existe diálogo. Tudo o que você precisa é saber um pouco de inglês, ou simplesmente ter um dicionário na mão. Para as mulheres, um lenço também ajuda.
Onde você procura amor?
O curta participou do Schweppes Short Film Festival. Publicidade, para que tenha sucesso é preciso criar um vídeo que consiga chamar a nossa atenção. Esse sem dúvida conseguiu. Senti melancolia no início, tédio, veio um sentimento de alívio, depois um certo desespero (vai seu imbecil, mostra pra ela), tristeza, alegria, e no final uma lágrima. Estou ficando velho pra essas coisas.
E ainda conseguiu me fazer pensar. Como nossa vida cai numa rotina, como nos comunicamos na era da internet, como deixamos as vezes nossa felicidade passar ao lado e como conseguimos dificultar por medo.
Totalmente alheio a premiação do Oscar, que pra mim é pura conversa fiada, resolvi passar o pseudo feriado de carnaval assistindo filmes. Por mais que eu tente assistir carnaval pela TV, é muito tedioso. Um verdadeiro desfile de carneirinhos pra sono.
Dentre os filmes que tive a oportunidade de ver, me chamou a atenção o tema abordado no “Promessas de um cara de pau” com Kevin Costner. Só o tema, pois o filme em si é um desastre. A começar pelo título. Engano seu imaginar que o protagonista vai prometer alguma coisa. Total engano de quem do original “Swing Vote”, conseguiu a façanha de dar esse título. As cenas não tem muito nexo. Em algumas temos a sensação de que foram jogadas no meio da trama. A atuação de Costner, apagada. Até mesmo a filha dele no filme interpretada por Madeline Carrol, se sobressai.
Kevin Costner e Madeline Carrol
Realmente uma pena, pois se o tema fosse melhor desenvolvido, faria bonito nas telonas.
O filme se passa em uma cidadezinha, onde o ator principal tem nas mãos a chance de escolher o próximo presidente dos Estados Unidos. Um único voto para definir o futuro de toda a nação. Os dois candidatos fazendo campanha para um simples eleitor. Toda a imprensa nacional baixando na cidade. Agora pegue tudo isso e pense se não seria possível desenvolver um ótimo longa metragem.
Mas a única coisa boa que ele consegue, é nos fazer pensar.
Cada vez que acontece uma eleição no Brasil, mais acredito naquilo em que o ator fala no começo do filme: “votar nos dá a sensação de que podemos controlar alguma coisa, mas não importa em quem você vota, isso não muda o fato de que não podemos pagar seguro de saúde”. Por mais que eu queira acreditar que eleição é um tipo de “contrato social”, o meu voto sozinho é incapaz de mudar o resultado de uma eleição. E como posso fazer um contrato com alguém em quem não votei e muito menos confio? Isso me deixa muito chateado.
Se pelo menos tivesse a chance de, assim como no filme, decidir o resultado, talvez tudo fizesse sentido pra mim. Apesar de tudo, ainda continuo acreditando nessa droga de país. Ao contrário do camarada que diz “esse país não me merece”.
Aproveitando que passamos a semana sem postar, vamos compensar colocando dois vídeos, um para os homens, e outro para mulheres. Pelo menos é isso que espero, apesar de nunca ser possível prever a reação do outro lado da linha.
Quem acompanha o blog a bastante tempo, deve ter visto o vídeo que coloquei do “baixinho” jogador de basquete Nate Robinson. Em 2006 ele venceu o concurso de enterradas da NBA. O concurso é realizado todos os anos antes do jogo das estrelas (All Star Game) que reune os melhores jogadores da liga. Você pode pensar que vencer um jogo de enterradas para um jogador profissional é mole. Mas se contarmos que o cara tem só 1,75m de altura, pause para refletir. O cara é tão bom no vôo que esse ano repetiu a dose. E praticamente com as mesmas jogadas.
Merece nossos aplausos!!!
O próximo vídeo mistura animação com signos do horóscopo chinês, duas coisas que as mulheres adoram. Mais horóscopo que animação. Foi produzido para comemorar os 60 anos da fábrica japonesa de calçados Onitsuka Tiger, fabricante do Asics. Muito bem desenhado.
Alguma mulher aí saberia me informar se estamos no ano do rato?
Faltou tempo para comentar sobre o filme que fui assistir no final do ano. Quem assistiu comenta que gostou. E muito! Tanto que a procura pelos livros cresceram e, pelo menos aqui na cidade, estão dificeis de serem encontrados. O primeiro, Crepusculo, e o segundo livro (Lua Nova) da série escrita por Stephenie Meyer, estão esgotados na Bom Livro Mega Store.
No Submarino, só o primeiro está disponível, álias com um precinho camarada. ‘Lua Nova’ só em versão importada (em inglês). Enquanto isso, os leitores aguardam a chegada do terceiro que está em fase de pré-venda. Segundo informações, a previsão é de que ‘Eclipse’ chegue na Bom Livro no dia 19/01. Muitos fãs impacientes conseguiram baixar o livro pela internet. Os mais fanáticos conseguiram ler todos. Ou quase todos já que o último livro está inacabado e a escritora não revela quando a saga chegará ao seu final.
Voltando ao filme, muito do que está no livro foi retratado de forma superficial. Compreensível já que isso deixaria o filme carregado. Mesmo assim, e apesar de perceber que algumas cenas e passagens do longa poderiam ser um pouco mais fiéis, quem leu o livro antes do filme não se decepcionou. Os personagens se encaixaram perfeitamente. O climax do livro, a partida de baseball, ficou excelente. E montaram um ótimo final, tanto que alguns aplausos puderam ser ouvidos.
Só um detalhe curioso. No filme, no momento em que ele se expõe ao sol, ouve-se um efeito sonoro que ao meu ver é dispensavel. Pensando agora, é até engraçado.
Enfim, agrada o público adolescente e sobretudo as mulheres. Também, com Robert Pattinson um gato daqueles, qual a mulher que não gostaria de levar uma dentada!?! Pra mim, branquelo demais. Apesar de preferir ela sem lentes de contato, Kristen Stewart não deixa a desejar.
A espera agora é pelo segundo filme. E mais ainda pelo final da saga. Eu fico aqui pensando que a escritora talvez não tenha pensado no final, antes de começar a escrever. Só foram escritos 12 capítulos do último livro. Ou talvez tenha pensado, mas agora acha que o final é um pouco previsivel. Sendo assim, a dura tarefa agora é bolar um novo final.
Existe também a possibilidade de estar falando besteira, e ela só está criando uma expectativa. Fermento nele, só faz crescer.
Esse é o nome artístico de uma cantora de j-pop (música japonesa).
Se fosse apenas pela afinação, já falei aqui sobre Colbie Cailat e Tiago Iorc. Se o assunto fosse a pouca idade, Gabriela Cilmi também apareceu por aqui. Então o que existe de diferente nessa cantora além é claro da afinação e pouca idade?
Respondo: publicidade.
Andando pelas ruas mais movimentadas da cidade de Tóquio, não é difícil se deparar com enormes banners e outdoors mostrando o rosto dessa jovem.
Isso porque foi lançado no último dia 12 o seu quarto álbum, My Short Stories.
Nascida no dia 26 de Março de 1987 na cidade de Fukuoka, Yui Yoshioka desde criança queria ser cantora e escrevia poemas para isso. No ensino médio, ao invés de frequentar uma escola normal, foi para uma escola particular para aprimorar suas composições e habilidades com o violão.
Carregando seu violão, ela cantava em locais públicos como no meio dos campos de arroz de Kaminofu. Em 2004 participou de uma audição da Sony Music e recebeu nota máxima de todos os juízes.
Na audição era permitido aos participantes cantar apenas duas músicas, mas sentada no chão, ela tocou violão e interpretou três temas “Why Me”, “It”s happy line” e “I know”.
Sabe quando você vai para a praia, alguém pega o violão e toca em uma roda com uma fogueira ao centro? Foi mais ou menos essa a sensação e a voz de Yui cativou os auditores. Evidentemente ganhou um contrato com a gravadora.
Em dezembro foi lançado uma edição limitada de “It”s a happy line/I know”. Em fevereiro de 2005 escreveu e depois lançou o single “Feel My Soul” que foi tema de novela. A canção chegou aos ouvidos do Sr. Yamaguchi, produtor da TV Fuji, que ficou fascinado com sua voz.
Em fevereiro de 2006 foi lançado seu primeiro álbum “From me to you”. Em junho do mesmo ano ela participou como protagonista do filme “Taiyou no Uta” (Canção do Sol). No filme ela tem uma espécie de ‘alergia ao sol’, doença genética rara.
[pausa para uma dica]
Se você entende japonês ou inglês, ou ainda gostaria de conferir se ela é uma boa atriz, no YouTube tem o filme completo dividido em 14 partes, com legenda em inglês. Link para a primeira parte.
[fim da pausa]
A canção tema do filme é até hoje o seu maior sucesso, “Good-Bye Days”,
Essa é Yui. Um estilo de música pop/rock agradável para se ouvir a qualquer momento, seja para relaxar, curtir enquanto faz algo em casa, no carro em uma viagem, no player portátil…
Gosto de animação quando ela faz aquilo a que se propõe, animar.
Our Wonderful Nature criado por Tomer Eshed, é razoável nesse quesito. Feito como parte de um estudo, o curta mostra a briga entre doiswater shrew (musaranho-lontra em português) machos, para conquistar a fêmea. O water shrew é um mamífero de vida semi-aquática que habita algumas regiões da África.
Quem vai ao cinema gosta de ver filmes divertidos. Pelo menos eu tenho isso como filosofia, não gosto de ir ao cinema para assistir um drama, ou um filme monótono. Garanto que a imensa maioria do povo pensa assim. Claro que sempre existem os do contra, mas isso vai de cada um.
Behind the cenes ofWall-E, a mais nova animação da Disney Pixar, existe um tema que passará despercebido por muitas pessoas, o problema do lixo no nosso planeta. Estou sendo chato né? Se você acha que isso irá estragar a sua ida ao cinema, pare por aqui.
Lixo, muito lixo. O filme mostra que no ano de 2700, o nosso planeta foi tomado por toneladas de lixo que impossibilitaram a estadia do ser humano. E pelo jeito, não estamos muito longe disso acontecer de fato.
Empresas criam embalagens, muitas vezes desnecessárias. Vá ao supermercado e repare. Sem se preocupar com o seu destino, as empresas disputam lugar nas gôndolas com embalagens super criativas, mas sem a devida preocupação com o meio ambiente.
Existem claro, raras exceções.
O governo finge que vê, mas dá as costas na primeira oportunidade e com uma rapidez tão grande que o povo nem percebe. Sem falar do poder da influência, okane.
Preciso falar do lixo tecnológico? Olhe a sua casa nesse momento. Veja o que irá para o lixo em pouco tempo.
E se for ao cinema, divirta-se. Se por algum momento chegar a refletir por trás (sem maldade) do robozinho coletor de lixo, volte para discutirmos o problema.
O número de produções cinematográficas que são baseados em livros ou HQ é impressionante.
Basta uma rápida olhada nos filmes em cartaz, ou prestes a estrear, para deixar isso mais evidente. A começar pelos Blockbusters O Incrível Hulk (The Incredible Hulk, 2008), Homem de Ferro (Iron Man, 2008) e Batman: O Cavaleiro das Trevas (The Dark Knight / Batman Begins 2, 2008). Os três sairam dos gibis.
As Crônicas de Nárnia: Príncipe Caspian (The Chronicles of Narnia: Prince Caspian, 2008), Sex and The City: O Filme (Sex and the City: The Movie, 2008) que é baseado na série de TV, que saiu de um livro.
Agente 86 (Get Smart, 2008) é inspirado em uma série de TV.
Dentro desse festival de adaptações, Fim do Tempos (The Happening, 2008) com o ator Mark Wahlberg se sobressae. O filme foi escrito pelo diretor Manoj Nelliattu Shyamalan ou simplesmente M. Night Shyamalan como é conhecido.
Até mesmo um filme que estou ansioso para assistir foi baseado em histórias em quadrinhos. O Procurado (Wanted, 2008) foi escrito por Mark Millar e J.G. Jones. Nem tanto pelo filme em si, mas mais pela atriz Angelina Jolie. Que me desculpem as mulheres mas, qualquer filme com ela, já vale a entrada. Pelo trailer podemos perceber que terá muita ação.
Recentemente fui até uma livraria e verifiquei que muitos livros já são impressos com a capa mostrando o cartaz do filme. É o caso de Eu Sou a Lenda, livro de Richard Matheson.
Se os roteiristas não estão com essa bola toda, então eu acho que as produtoras estão mais do que certas em buscar as adaptações como alternativa. Por outro lado, talvez nem tanto pelo roteiro, e mais por incompetência dos diretores que não conseguem concretizar uma boa idéia.
O cinema não é o mesmo.
Que livro, HQ, Série de TV, Game você gostaria de ver no cinema?
Posso dizer que existem ainda muitas alternativas.
Eu particularmente gostaria, e penso que seria promissor promover uma adaptação da série de desenhos animados da década de 70, Uchuu Senkan Yamato (宇宙戦艦ヤマト – encouraçado espacial Yamato), mais conhecido no Brasil como Patrulha Estelar.
Por vários motivos, mas o principal é que a história em si é bastante pertinente nos dias atuais: a busca por um novo planeta como alternativa para a vida humana.
Tivemos a oportunidade de ver a revista Quem dessa semana, e elogiamos a idéia da agência Officecomm que caracterizou vários artistas nacionais em celebridades internacionais do mundo musical. Só achei que eles poderiam valorizar artistas locais, mas tudo bem, isso não tira o mérito do trabalho.
Tem muita gente comentando a respeito. Eu particularmente gostei do Sérgio Abreu como Jim Morrison (The Doors). Fábio Assunção e Marcello Novaes estão irreconhecíveis. Agora que eu falei fica fácil.
Agora eu duvido você descobrir, a menos que seja tiete de carteirinha, quem é a Cortney Love.
É possível ver essas e outras fotos no blog da Officecomm. No total são 10 atores que fazem parte do casting de assessorados da agência. Álias, a campanha é para divulgar o lançamento do blog. Sim, eles usam wordpress.
A empresa esclarece que esse tipo de trabalho já é realizado a 20 anos por Fabiana Kherlakian.
Parabéns!
A Officecomm é uma agência de assessoramento de imagem, ou seja, eles planejam e controlam os passos de artistas que contratam seus trabalhos, onde vão aparecer, para quem vão dar entrevista, etc.
Interessante anúncio criado para o ‘senhor G’. É antigo, mas sempre vai ter alguém que ainda não viu.
Chamado de BLT (Below the Line, em baixo da linha), tudo que fizeram foi montar um quadro vazio que simulava a tela de um computador em formato gigante, e dentro botões e barras como se mostrasse um vídeo do Google Vídeo. Deixado em alguns pontos da cidade de Berlin, atraiu a atenção das pessoas, que aproveitaram para tirar fotos.
Ao ver o vídeo, achei que ninguém iria fazer aquilo. Mas fizeram, e deixaram para mostrar no finalzinho.