Issamu

Um simples blog de Maringá

Que os estudantes de Medicina da UEL não sirvam de exemplo

Ridículo!

‘Vergonha’, é o que os formandos de medicina da Univerisdade Estadual de Londrina, que invadiram e fizeram aquela baderna dentro do Hospital Universitário no último dia 20 de novembro, deveriam sentir. Agora tentarão explicar o fato de várias maneiras. Que essa juventude carece de limites. Que os pais, distantes, não conseguem segurar e impor as regras necessárias para um bom convívio social. Que a culpa é da cachaça.

Talvez seja um pouco de tudo isso junto.

No entanto, entra aí um outro aspecto que é muito mais preocupante: são jovens que estão se formando em Medicina. Recentemente li o livro do Médico Alex Botsaris relatando aquilo que evidencia o problema enfrentado por quem procura cuidados médicos, a distância existente entre médico e paciente.

O que ocorreu no HU da UEL, parece deixar claro que se formar em medicina virou muito mais um negócio do que uma profissão. O curso é disputado por alguns jovens que pensam muito mais no status ou no retorno financeiro, do que na responsabilidade por tratar e cuidar das pessoas que necessitam de atendimento.

Esclareço que não estou generalizando.

Já estão preocupados com a busca acentuada dos estudantes, por especialidades com um retorno financeiro alto, em detrimento das menos ‘rentáveis’. Sem falar que estão buscando aquelas áreas em que se trabalha menos, que exigem menos cuidados e responsabilidades.

Como consequência, no futuro talvez faltem médicos em algumas funções importantes.

Tratar o paciente com respeito e atenção é o mínimo que os cidadãos esperam de um bom médico. As pessoas depositam muita confiança no “homem de branco” que estudou tanto para conseguir resolver os problemas que afligem os seres humanos. Mas parece que do outro lado, não estão preocupados com o peso do jaleco.

Sem AnestesiaMinha preocupação com o curso de medicina da Uningá se justifica com o ocorrido em Londrina. Temos a impressão de que estão colocando o paciente em segundo plano.

Dentro de um hospital!? Com futuros médicos!? Recomendo a leitura do livro do Dr. Alex. Vale a pena sobretudo para aqueles jovens que pensam em tentar um curso de medicina. E mais ainda para os que já estão na faculdade para se tornar futuros médicos.

Sem Anestesia, por Alex Botsaris.

Por falar em medicina:

8 Responses

  1. É com grande pesar que escrevo essa carta para falar sobre o ocorrido no dia 20 de novembro de 2008. Por causa do comportamento de 50 alunos do sexto ano, que comemoravam os seus últimos 10 minutos como internos, que todos nós 400 outros estudantes do curso de medicina da UEL estamos sendo julgados pela mídia e pela comunidade. Todos nós estamos recebendo os olhares de suspeita, de indignação, ouvindo os comentários pejorativos sobre o nosso caráter. Como é triste de repente sentir vergonha do seu curso, da sua faculdade, que outrora sempre foram motivos do mais alto orgulho. Ver da noite para o dia os longos anos de estudo, sacrifício pessoal e familiar, tantas horas não dormidas por estarmos primeiro estudando para passar no vestibular do curso mais concorrido, e depois por estarmos estudando para termos o direito e a competência de ter a vida dos pacientes sob nossa responsabilidade, serem assim, transformados nesse sentimento de desilusão, de desesperança.
    São tantas as dificuldades pelas quais passamos nesses 6 anos que não sei se sinto mais raiva pelo comportamento dos 50 internos, ou mais compaixão pelo que eles estão enfrentando agora. Não foi falado nem mostrado pela mídia como é a realidade do curso de medicina da UEL ou a rotina dos acadêmicos de medicina. Durante 6 longos anos enfrentamos a falta de docentes no curso, porque o salário é desmotivador (R$ 600,00) e porque o governo Estadual não contrata mais professores; temos que conviver com o boicote de alguns docentes que não aprovam a metodologia do PBL e por isso não tutoram os alunos nos primeiros 4 anos do curso; e principalmente, nos dois anos de internato ficamos em várias clínicas sob a assessoria exclusiva dos residentes, que estão com apenas 1 ou 2 anos a mais de estudo e experiência. Os residentes foram obrigados a assumir o papel de professores, quando são eles próprios estudantes e também ficam desamparados, caso contrário ficaríamos sem assistência alguma. Somos nós internos da medicina que conversamos, atendemos, examinamos, colhemos exames e cuidamos da evolução de todos os pacientes do HU: desde os em atendimento nos pronto-socorros até aqueles que estão internados. Temos uma carga horária exaustiva, com plantões noturnos após o dia inteiro de trabalho e na maioria das vezes sem direito a pós-plantão no dia seguinte. Em algumas clínicas damos 36 horas de plantão, às vezes 2 por semana, além das atividades diárias de rotina do estágio. Damos plantão no PSO, PSM e PSC com monitoramento exclusivo pelos residentes. Nem sabemos quem são os plantonistas do dia, porque eles não se dão ao trabalho de aparecer nem mesmo nas trocas de plantão (com exceções). Nem ficam sabendo o que aconteceu naquelas horas em que deveriam estar ali nos assistindo e nos ensinando, como é o nosso direito. Temos que correr para atender e colher exames dos pacientes que chegam, e ainda levar e buscar esses exames no laboratório, e durante esse tempo perdido com serviço que não nos compete fazer, perdemos as discussões com os residentes, não vemos as condutas que são tomadas, deixamos de aprender o que é vital à nossa profissão. Quase metade do nosso plantão noturno de 12 horas e meia é gasto com as indas e vindas ao laboratório, e no final do turno, quando saímos desse plantão e temos que ir cumprir as tarefas dos nossos estágios imediatamente após, tudo o que resta é a sensação de perda de tempo, de desperdício de conhecimento. Como seria melhor e perfeito se simplesmente tivéssemos os docentes e plantonistas ao nosso lado, passando a sua experiência, e se tivesse alguem para levar e buscar os exames. Simples assim. E apesar de todo o cansaço e frustração, nenhum de nós gostaria de ter sua carga horária reduzida. Todos achamos vitais essas horas de plantão no pronto-socorro, porque é isso que nos diferencia das outras escolas, são essas horas que melhor nos preparam para o nosso futuro profissional. Só gostaríamos de ter qualidade no ensino, aprender com professores e não apenas com residentes.
    Durantes os dois anos de internato quantas e quantas vezes somos ofendidos, humilhados, tratados como a escória do mundo. Nós que somos a força motriz do hospital, sem os quais o HU fecharia (quem iria atender nos PS? Quem evoluiria os doentes internados nas enfermarias?) A prova disso é que a nova lei de estágio aprovada em setembro desse ano, que limita a carga horária dos estagiários em 40 horas semanais, tornou-se um grande problema para o Colegiado do curso e para a administração do HU, pois graças a ela nós não poderemos dar plantões noturnos e nem ter estágio nos fins de semana, o que deixa o hospital sem a sua maior mão de obra. Novamente deixo claro que todos os estudantes estão infelizes e insatisfeitos com essa lei, pois como já citei, são essas horas de pronto-socorro que nos tornam mais preparados e fazem com que o nosso internato seja um dos melhores, mesmo com toda a falta de docentes e outros problemas já descritos.
    O mais desalentador é que quando somos tratados assim, com grosseria e sem o menor respeito, ficamos desamparados, pois por mais que o preceptor do internato tente intervir ao nosso favor, os anos passam e nada muda. Permanece o conceito já enraizado na história do HU: “interno é sempre o culpado”, escória merecedora das mazelas do mundo (é assim que me sinto). Mas nós estudantes de medicina da UEL somos guerreiros. Apesar de tudo conseguimos superar os obstáculos, corremos atrás dos prejuízos e por nosso próprio mérito e dos verdadeiros e não muitos docentes decentes que ainda restam, somos responsáveis pelo curso de medicina da UEL estar entre os 10 melhores do país, ter no ano de 2005 tirado nota máxima no ENADE e ficado entre os 5 melhores. Somos elogiados pelo nosso ótimo preparo e desempenho nos cursos de residência feitos em outras instituições renomadas do país.
    No entanto, por toda essa luta, por toda essa dedicação, por todos os problemas que enfrentamos, por todo o desamparo que encontramos, pelas lágrimas de desesperança que derramamos, pela dor de já termos nos sentido abandonados, por toda a responsabilidade que recai sobre os nossos ombros, por tudo isso eu tenho medo de que no futuro seja eu a boicotar o ENADE para mostrar a minha revolta, de que seja eu a comemorar nos corredores do hospital o alívio de estar formando. Medo de que no fim do curso tudo o que reste seja o sentimento de ter estado sozinho e ter trabalhado por uma instituição que não soube valorizar os nossos esforços e os sacrifícios de nossos pais pela conquista do grande sonho de sermos médicos . Tenho medo de comemorar exaltado exatamente como aconteceu com os 50 alunos dia 20 de novembro. Primeiro aconteceu o episódio do Orkut; no ano passado, o boicote ao ENADE; e agora isso. Alguma coisa está errada. Será que são apenas os internos? Hoje estou com vergonha de dizer que sou aluno do curso de medicina na UEL. Estou com vergonha por ter que explicar aos meus pais e familiares o que eles leram e assistiram nos jornais. Mas tenho muito mais vergonha por saber exatamente como os internos do 6 ano se sentiram, por compreendê-los, pois isso mostra que os motivos que os levaram a se comportar assim ainda permanecem, e pior, perpetuam-se. Anos após anos os problemas só aumentam ao invés de serem sanados. Corro o risco de ser eu a ser julgado como eles no futuro? Deixo o meu convite para que toda a imprensa e comunidade averigúem a verdade das minhas palavras. Basta ir ao HU e observar. Aqueles jovens atarefados, que irão atendê-los e examiná-los, andando apressados pelos corredores do HU e com o peso de suas responsabilidades marcando suas faces e expressões, somos nós, estudantes de medicina da UEL.
    Todos concordamos que o acontecido dia 20 deve ser investigado de maneira séria e imparcial, e se após a apuração dos fatos os responsáveis forem julgados culpados, então que sejam punidos, mas com bom senso e de maneira justa. Aliás, questiono o rumo que tomou essa investigação, pois dos 14 internos apontados como responsáveis pelo tumulto (dentre os 50 que estavam lá), a maior parte deles é tida como o exemplo do bom interno, de como todos os alunos deveriam ser. Exemplos de dedicação, esforço e eficiência, pois durante os 6 anos do curso sempre tiveram as melhores notas, os melhores desempenhos, ótimo relacionamento interpessoal e com os funcionários e pacientes do HU. Durante os 2 anos de internato dedicaram – se por inteiro, nunca faltaram com educação ou respeito a paciente, funcionário ou docente. Nunca nesses 2 últimos e estressantes anos tiveram reclamações ou denúncias contra eles. Mais ainda, um dos alunos responsabilizados pelo evento do dia 20 nem sequer estava no HU nesse dia e há provas disso!!! Como é que viram ele lá? Que tipo de investigação que foi e está sendo feita que aponta como responsável pelo tumulto e suspende a sua formatura um estudante quem nem estava lá? Qual a seriedade com que está sendo feito esse processo??? Que provas eles usaram para incriminar essas pessoas?
    Encerro essa carta com um pedido à imprensa. Se estão tão preocupados com o bem estar dos pacientes internados no HU, por favor, denunciem esses fatos que são bem mais sérios e ocorrem 365 dias por ano, muito mais relevantes do que 10 minutos de gritaria no corredor do PS. Todos os pacientes, funcionários e alunos do HU serão beneficiados se notícias como essas forem reveladas e atitudes cobradas dos nossos representantes eleitos do executivo e legislativo: Dia 7 de dezembro à noite, no Pronto-Socorro do HU, aconteceu um grande vazamento de água pelo teto do PS que inundou o local, molhou os pacientes em atendimento e internados pelos corredores (sim, os pacientes ficam em macas nos corredores, sem conforto ou dignidade, por falta de leitos no hospital). Os pacientes tiveram que ser removidos às pressas para outros locais, e no dia 8 de dezembro o PS foi interditado por risco de desabamento do teto. Mas pasmem, ele ainda está funcionando, ainda tem pacientes sendo atendidos debaixo desse teto que corre o risco de desmoronar. Convido à imprensa a fazer uma investigação sobre as condições da enfermaria masculina em que os pacientes ficam internados. Passam calor, não há ventilação adequada, ficam internados dentro de um quarto com mais 5 pacientes, num local que não tem espaço para tanto, sem nenhuma privacidade e são obrigados a utilizar banheiro coletivo que fica no corredor da enfermaria. Aproveitem e comparem com a enfermaria feminina, que foi há pouco tempo reformada (parece que estão em outro hospital). Tudo por falta do Governo Estadual liberar verba para reformar a ala masculina e outras que também necessitam (como a maternidade-berçário do HU, que é vergonhosa). Enquanto isso os políticos fazem campanha dizendo que com verba de seu mandato foi construída a ala para transplantes, ao lado da maternidade que está caindo aos pedaços, e que já está pronta há vários meses mas continua fechada, por falta de funcionários e etc. Também investiguem o problema da falta de medicações básicas no hospital. Às vezes não tem nem mesmo dipirona ou paracetamol).
    Obrigado pela atenção.

  2. eu como ex aluna de medicina da Uel, concordo plenamente com todas suas palavras. Parabéns!

  3. Para o anônimo 1: sou obrigado a concordar com suas palavras amigo, e pela descrição que nos passou, sinto na obrigação de me indignar com a situação vivida pelos estudantes de Medicina da UEL.

    No entanto faço algumas ressalvas se me permite. Por mais degradante que seja a situação do curso, do hospital e dos docentes, nada disso justifica a falta de respeito com os pacientes que estavam no PS no dia do ocorrido. A culpa não é deles. Se foi uma forma de protesto, tenho certeza que conseguiram chamar a atenção para o problema. Mas talvez não tenha sido a mais coerente. Todos nós sabemos dos problemas que a saúde pública desse país enfrenta, e não é de hoje. Sabemos também que muitos cursos, de muitas instituições públicas funcionam em condições alarmantes. Os problemas não são exclusivos do curso de Medicina da UEL. Então amigo, apesar de entender que algo deva ser feito para melhorar o seu curso, é mais um motivo para não concordar com o que fizeram.

    Já pensou se todo estudante que esteja insatisfeito com alguma coisa do seu curso e queira protestar, faça esse tipo de coisa?! Por isso não quero que sirva de exemplo.

    Uma última coisa. Um curso de Medicina não é para qualquer um. Todos nós, até mesmo quem nunca cursou, sabe que o ritmo é intenso e puxado. Por isso, antes de tentar um curso assim, é bom o estudante saber que não terá moleza. Dificuldades todos nós enfrentamos. E não pensem que fora da faculdade será diferente. Como disse, a saúde pública é um caos. Se querem moleza, melhor mudar de curso.

  4. Com a carta descrita acima pela aluna de Medicina da UEL,acho que deveria também abrir uma sindicancia para com os responsáveis do HU,haja visto que,todos sabem da falta de estrutura fisica/equipamentos/leitos/docentes para atendimento aos necessitados;onde nota se que o atendimento são feitos quase que exclusivamente pelos residentes e internos.
    Nota se pela dimensão que o assunto esta na mídia nacional,algumas pessoas sentem se bem ao comentar o caso(talvez para se capitalizar politicamente),em represália a 14 pessoas(como foi feita a escolha desses 14?,ja que é sabido que existe punidos entre eles que nem estavam no local ou na cidade no dia do tumulto).
    Concordo com a puniçao de alguns(?),porem não com a intensidade que estão divulgando,podendo se até perder toda a luta que tiveram até o momento. Puniçao também deveria ser para os responsaveis pelo HU,visto que muitos nao são atendidos e podem perder a vida por falta de maior estrutura/medicamentos/equipamentos/docentes.
    att
    JMS

    Como disse acima, a falta de estrutura/medicamentos/equipamentos/docentes não justifica a falta de respeito com os pacientes que estavam no PS no dia. A culpa pelo problema do HU, não é deles.

  5. Acho fácil julgar sem ao menos saber da verdade. Já fiquei internada 26 dias no HU de Londrina. Conheci alguns dos formandos e digo com muita certeza, se nao fossem eles não estaria hoje aqui. Além de tudo que fizeram como médicos, foram muito atenciosos, falavam com meus familiares sempre, nos explicavam toda a situação e, nunca faltaram com respeito. Duvido que o que houve dentro do hospital ( se é que realmente houve como falam os jornais) faça com que esse brilhantes médicos sejam piores ou melhores que qualquer ser humano.

    Bem, até o momento não julguei ninguém. Infelizmente, os pacientes que estavam no local, não terão a mesma visão dos formandos que você tem. Como já disse, não são todos iguais. Mas os bons acabam pagando pelos maus. Não deveria ser assim, mas é. Espero que os de bem prevaleçam.

  6. concordo con voce,e digo quem me salvou foi os estudantes que me atendeu com muita dedicassao e carnho e como verdadeiro medico,junto com as enfermeira.mas falta muita coiza no hospital pra melhora muito.sei qui o final do curso foi di alegria pros estudantes masi nao devia ser punido desse jeito,pois os qui me atendeu foram otimos

  7. , SÓ QUEM ESTAVA LÁ TEM O DIREITO DE OPINAR,ONDE A IMPRENSA FALADA E ESCRITA TEM DISTORCIDO MUITO A RESPEITO DO ASSUNTO,ONDE SE VÊ MATÉRIAS COMO”BEBADOS,BADERNEIROS,EMBRIAGADOS,FOGOS NO CORREDOR,OFENSA AOS DOENTES,FUNCIONARIOS ETC”,COMO TAMBÉM ALGUNS COMENTÁRIOS COM CERTO TEOR DE INVEJA,DE QUE OS ESTUDANTES SÃO FILHOS DE PAPAI,FAZENDEIRO,OU SEJA DE CLASSE COM MAIOR PODER AQUISITIVO.NÃO ENTENDO DESTA MANEIRA,ATÉ PORQUE O CONCURSO DE ADMISSÃO É LIVRE PARA TODOS,INCLUSIVE TENDO SE COTAS(ESC PUBLICA,DESC AFRO,INDIOS).SE FIZER UMA PESQUISA DOS ALUNOS PODERÁ ENCONTRAR VARIOS ALUNOS COM BAIXO PODER QUE CONSEGUIU A VAGA PELA DEDICAÇAO E OBJETIVO,OU ALGUEM AINDA QUESTIONA A LISURA NA SELEÇÃO.
    OS ENVOLVIDOS DEVE SIM SEREM PUNIDOS,ONDE EXCEDERAM NA COMEMORAÇAO,TALVEZ NO LIMITE DA EMPOLGAÇÃO,MAS DEVERA A SINDICANCIA REVER O COMPORTAMENTO DOS ENVOLVIDOS DURANTE TODO O CURSO E PELOS SERVIÇOS PRESTADOS COM PROFISSIONALISMO DURANTE O ATENDIMENTO NO HU. DEVERIA SIM,VIR EM PÚBLICO PEDIR DESCULPAS A SOCIEDADE E AOS PACIENTES PRESENTES NO DIA DO OCORRIDO. ESTES NOTICIARIOS(PRATO CHEIO PARA IMPRENSA)SÓ TEM DENEGRIDO A IMAGEM DE LONDRINA E PRINCIPALMENTE DO CONCEITO QUE A UEL TEM

  8. O curso de medicina da uel esta por um fio, ninguem fala disso na imprensa… muitos medicos docentes que estão na UEL desde a criação do curso estão próximos da aposentadoria compulsoria por completrem 70 anos.Será uma debandada em massa… Quem os substituirá pelo salario de 600,00 20 horas semanais? Disso ninguem fala ou toma providências… Acho que o reitor nao tinha que ter vazado pra imprensa e muito menos ter saido no jornal nacional… Isso denegriu a imagem do curso como um todo e abalou o nome da UEL. Foi um problema que deveria ser resolvido dentro da uel. Esse reitor parece ter algum problema contra o HU, pois nao é a primeira vez que joga ora imprensa problemas admnistrativos do HU.
    Resolver problemas realmente importantes pra salvar o curso de medicina isso ninguem faz

    Como já disse anteriormente, os problemas enfrentados pelo curso ou pelo HU, não justificam o ocorrido. Os pacientes não tem culpa, e até o momento não vi nenhum estudante se pronunciar publicamente, nem para pedir desculpas. Pelo menos não na imprensa especializada.